O esvaziar-se das palavras que sempre me deixou aflito, assentou-se em mim como graça.
Me dei conta da delícia que é o silêncio da  alma. A folga do raciocínio. Abençoados espíritos estes que vagam, sem pensar, pelo mundo mudo dos sentidos... Eu, que sou amaldiçoado, penso, penso e penso...destruo o momento perfeito com o caos do pensamento e o barulho das palavras aflitas por buscarem sentido.

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